Aumento do armazenamento de água nas albufeiras

Em março, as bacias hidrográficas registaram uma subida no volume de água armazenada resultado das várias depressões que trouxeram chuva, particularmente no centro e sul de Portugal continental. Das 60 albufeiras monitorizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente, 50 apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e uma inferior a 40%. Segundo os dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), a quantidade de água armazenada subiu em todas as bacias hidrográficas em março comparativamente a fevereiro, com a do Barlavento Algarvio quase a triplicar a reserva. A quantidade de água subiu de 20,7% em fevereiro para 57,5% em março, sendo a bacia que ainda reserva a menor quantidade de água. As bacias do Tejo e do Guadiana eram as que apresentavam maior volume de água, com 97,3% e 96,9%, respetivamente, seguidas da do Mondego (92,7%), Oeste (92,5%), Douro (89,8%), Cávado (83,5%), Sado (82,6%), Lima (82,2%), Arade

Chuva reforça o armazenamento de água nas albufeiras

No final de fevereiro, as bacias hidrográficas registaram uma subida no volume de água armazenada resultado da precipitação intensa que se fez sentir em Portugal Continental. Das 60 albufeiras monitorizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente, 26 apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e 5 têm disponibilidades inferiores a 40% do volume total. O padrão de precipitação em Portugal nas últimas semanas foi determinante para o aumento do volume em muitas bacias hidrográficas, mas a sua distribuição não foi homogénea.  Segundo os dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), a bacia do Tejo apresenta níveis superiores a 85% da capacidade total das suas albufeiras e o Guadiana mantém-se acima dos 80% da sua capacidade total. Por outro lado, as bacias do Ave, Douro, Mondego, Mira, Arade e Ribeiras do Barlavento registam armazenamentos abaixo da média para o período de referência 1990/91 a 2023/24.  Fonte: SNIRH   

ÁGUA QUE UNE: estratégia nacional para a gestão da água

Foi apresentada a estratégia nacional para a gestão da água “Água que Une”, a qual integra um ambicioso plano de ações para garantir a gestão sustentável deste recurso ao longo dos próximos 15 anos em Portugal. Até 2030 estão previstos investimentos na ordem dos 5 mil milhões de euros, que assentam na reutilização de água, redução de perdas e construção e reabilitação de infraestruturas. Na apresentação foram reveladas as conclusões do Grupo de Trabalho criado para delinear esta estratégia, composto pelos presidentes do Grupo Águas de Portugal, da Agência Portuguesa do Ambiente e da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, bem como pelo diretor-geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural. A estratégia teve como ponto de partida um diagnóstico à situação hídrica a nível nacional, bem como as previsões de consumos e disponibilidades futuras. Portugal tem disponíveis perto de 51 000 milhões de metros cúbicos (m3) por ano de água,

Chuva melhora níveis de armazenamento de água

No final de janeiro verificou-se uma subida no volume de água armazenado em todas as bacias hidrográficas em resultado da precipitação intensa que marcou o mês. Das 60 albufeiras monitorizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente, 33 apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e 8 têm disponibilidades inferiores a 40% do volume total, com as situações mais críticas a registarem-se no barlavento algarvio.  A chuva intensa que marcou o mês de janeiro refletiu-se de forma expressiva no armazenamento das bacias hidrográficas, segundo os dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH). A bacia do Tejo apresenta níveis superiores a 85% da capacidade total das suas albufeiras e no Douro algumas albufeiras ultrapassam os 90% da sua capacidade. A bacia do Guadiana mantém-se acima dos 80% da sua capacidade total. O Algarve também beneficiou com a chuva que caiu no mês passado, tendo registado um aumento nas